Chile e Peru chamam embaixadores em Israel para consultas

Decisão é semelhante à do Brasil que, no dia 23, também convocou seu embaixador em Tel-Aviv

O Estado de S. Paulo, O Estado de S. Paulo

29 Julho 2014 | 16h04

 SANTIAGO/LIMA - Os governos do Chile e do Peru chamaram nesta terça-feira, 29, seus embaixadores em Israel para consultas após o agravamento das operações militares israelenses contra a Faixa de Gaza. Os dois governos sul-americanos reiteraram seus pedidos para o fim das hostilidades, reforçando o apelo do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, na segunda-feira. A decisão é semelhante à tomada pelo Brasil que, no dia 23, também convocou seu embaixador em Tel-Aviv para consultas. 

"O Chile observa com grande preocupação e desânimo que as operações militares (de Israel) não respeitem as normas fundamentais do Direito Internacional Humanitário, como demonstram as mais de mil vítimas civis, incluindo mulheres e crianças, como também os ataques a escolas e hospitais", disse uma nota da chancelaria chilena. 

Também por comunicado, a chancelaria peruana disse que sua decisão foi tomada em coordenação com governos de outros países da região, ao mesmo tempo em que exortou as partes a respeitar uma trégua para possibilitar a chegada de apoio humanitário às vítimas e permitir as negociações para um fim permanente das hostilidades. / REUTERS 

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