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China confirma dois novos casos de gripe aviária

O governo de Xangai confirmou dois novos casos de pessoas contaminadas com a nova cepa do vírus da gripe aviária, aumentando o número de contaminações no leste da China para 18. Seis pessoas que contraíram o vírus no país morreram. Algumas cidades organizaram mobilização neste sábado para evitar a propagação do vírus.

Agência Estado

06 de abril de 2013 | 15h33

Autoridades de saúde acreditam que os infectados contraíram o H7N9 por meio do contato direto com aves. Segundo elas, não há evidências de que o vírus está se espalhando entre as pessoas. O governo de Xangai afirmou ainda que as últimas mortes foram de um camponês de 74 anos e um aposentado de 66 anos de idade.

As infecções se concentram no leste da China. Seis casos ocorreram em Xangai, incluindo quatro mortes. As outras duas mortes foram na província vizinha de Zhejiang. Outros casos estão espalhados nas províncias de Jiangsu e Anhui.

A capital de Jiangsu, Nanquim, fechou os mercados de venda de aves. Em Hangzhou, capital de Zhejiang, foram sacrificadas aves após a descoberta de uma codorna infectada.

Xangai já havia ordenado a proibição do comércio de aves vivas depois do abate de mais de 20.500 aves em um mercado agrícola em um subúrbio da cidade na sexta-feira.

"As pessoas estão preocupadas", disse Yan Zhicheng, gerente de fábrica aposentado, que, assim como muitos outros chineses, faz viagens diárias ao mercado. "As pessoas de Xangai comem muito pato e frango. Agora não podemos tocar neles."

Xangai também proibiu a entrada de aves vindas de outras partes da China na cidade e a venda de aves selvagens, incluindo as destinadas a serem animais de estimação, informou o governo local, em comunicado. Mas os ovos permanecem à venda na cidade, bem como a carne de frango fresca e congelada, apesar de autoridades incentivarem as pessoas a cozinhá-la bem. As informações são da Associated Press e Dow Jones.

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