China confirma morte de membros da Falun Gong

O governo chinês confirmou hoje a morte de 14 integrantes da seita proibida Falun Gong e disse que outros 11 membros tentaram se matar em um campo de trabalho forçado em Harbin, na província nortista de Heilongjiang, em 20 de junho. O número de mortos é ainda maior do que o denunciado ontem por um grupo de defesa dos direitos humanos. De acordo com este grupo, 10 seguidores se mataram e outros seis tentaram se suicidar.O governo chinês proscreveu a seita em julho de 1999. Desde então, mais de 10 mil membros do movimento religioso foram mandados para campos de trabalho forçado. O governo considera a Falun Gong uma seita "maligna" e a culpa pela morte de 1.660 pessoas por suicídio ou por recusarem-se a receber tratamento médico.Dez membros da seita perseguida suicidam-se

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