China confisca 19 mil armas e 500 toneladas de explosivos

Proximidade do Dia Nacional chinês faz autoridades sentirem temor de "instabilidade social"

Efe,

21 de julho de 2009 | 02h42

Uma campanha de desarmamento da população - destinada a manter a estabilidade social antes do Dia Nacional chinês, celebrado em 1º de outubro - já confiscou 19 mil armas de fogo e quase 500 toneladas de explosivos. A data celebra a proclamação da República Popular da China, por Mao Tsé-tung, em 1949.

 

Os serviços policiais do país também confiscaram mais de um milhão de detonadores, 800 mil balas e 39 mil imitações de armas. Segundo a edição desta terça-feira, 21, do jornal oficial "China Daily", a campanha já acontece há quatro meses e deve durar até o final de outubro. Nesse período, o Escritório de Segurança Pública chinês deteve mais de cinco mil pessoas por ligações com a produção e venda ilegal de explosivos e armas.

 

Segundo Guo Bei, funcionário do alto escalão do Ministério da Segurança Pública chinês, o objetivo é "manter a estabilidade social durante o Dia Nacional", que neste ano coincide com o 60º aniversário da proclamação da República Popular.

 

A posse de armas é ilegal na China, assim como a produção, venda e imitação, segundo a Lei de Controle de Armamento do país.

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