China defende sua política de direitos humanos

A China defendeu nesta segunda-feira a sua atuação em relação aos direitos humanos, após os Estados Unidos repreenderem o governo chinês pela prisão de um sobrinho do advogado cego Chen Guangcheng e expressarem preocupação sobre a política de direitos humanos no Tibete.

AE, Agência Estado

03 de dezembro de 2012 | 14h42

Guangcheng havia sido preso por expor abusos da política de controle populacional chinesa e causou conflitos diplomáticos quando escapou e foi atrás da embaixada norte-americana em Pequim.

Quando estava prestes a ser mandado aos EUA, a polícia chinesa invadiu sua casa em um vilarejo, fazendo com que seu sobrinho, Chen Kegui, atacasse os policiais com uma faca. Três pessoas ficaram feridas no incidente.

Kegui foi sentenciado a três anos e três meses de prisão na sexta-feira. Os EUA definiram a sentença como "um processo legal cheio de falhas".

"Os legítimos direitos e interesses foram protegidos", disse o porta-voz do ministério de Relações Exteriores, Hong Lei. As informações são da Dow Jones.

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