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China detém 10 pessoas por boatos contra as forças armadas

As autoridades chinesas prenderam dez pessoas por espalharem boatos online, prejudiciais para a imagem das forças armadas, entre eles, a presença de gangues e brigas internas, divulgou o Ministério da Defesa no sábado.

REUTERS

02 de maio de 2015 | 11h14

Os dez foram investigados por órgãos militares e de segurança pública, por espalharem boatos em fóruns de internet da China e aplicativos de mensagens para celulares, disse o Ministério de Defesa Nacional em um comunicado no seu site.

“Usar a internet para criar e espalhar boatos sobre as forças armadas é ilegal e vamos continuar a investigar e reprimir isso. Esperamos que os usuários da internet cumpram a lei,” disse o Ministério no comunicado.

Ele disse que as dez pessoas confessaram a divulgação dos boatos e expressaram arrependimento, depois de serem submetidos a uma “detenção administrativa”, um termo que significa normalmente 15 dias atrás das grades e “educação”.

O Ministério não divulgou os nomes dos detidos, mas disse que o sobrenome de três deles seria Deng, Wang e Hao. E não forneceu maiores detalhes.

As forças armadas têm sido um dos focos da repressão arrebatadora do presidente chinês Xi Jinping contra corrupção, com diversos oficiais graduados tendo sido incriminados.

Entretanto, as investigações mostram a crescente determinação do Partido Comunista de controlar as informações sobre denúncias de mau comportamento das autoridades, para evitar desencadear uma insatisfação pública.

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