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China é acusada de bloquear acesso ao YouTube

Motivo seria vídeo com imagens de tibetanos espancados por soldados; governo não confirma.

Quentin Sommerville, BBC

24 de março de 2009 | 15h42

A China foi acusada nesta terça-feira de bloquear o site de vídeos YouTube porque a página teria imagens de agressões de soldados chineses contra monges e outros civis tibetanos.

A data e o local onde as imagens foram gravadas não podem ser verificados. O vídeo foi colocado na página por um grupo de tibetanos exilados.

Um porta-voz do governo chinês não confirmou se o YouTube foi bloqueado no país. Mas, na maior parte da China, o YouTube simplesmente ficou inacessível.

A China tem um histórico de bloqueio de sites que apresentem mensagens que o governo chinês considera politicamente inaceitáveis.

O vídeo do YouTube tem cenas fortes, que mostram centenas de soldados chineses uniformizados invadindo um monastério no Tibete. Nas imagens, um grupo de soldados bate em um homem com bastões.

Em outra cena, um grupo de homens, incluindo um monge, é espancado, chutado e sufocado, enquanto todos estão no chão. Alguns têm as mãos amarradas e outros parecem estar inconscientes.

Um porta-voz do Ministério do Exterior chinês afirmou nesta terça-feira que a China "não tem medo da internet", mas não confirmou se o acesso ao YouTube no país foi bloqueado ou não.

A China alega que a forma como reagiu aos protestos no Tibete em 2008 foi dentro da lei.

No último sábado, pelo menos 93 monges tibetanos foram presos pela polícia chinesa após uma manifestação em uma cidade de maioria tibetana, La'gyab, na província de Qinghai.BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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