'China e EUA não devem ser rivais', diz Obama em Xangai

Para presidente americano, a menos que dois países estejam de acordo, poucos problemas serão resolvidos

Efe,

16 Novembro 2009 | 07h12

O presidente americano, Barack Obama, assegurou nesta segunda-feira, 16, perante uma audiência de universitários em Xangai que EUA e China não devem ser rivais. O líder americano ainda defendeu liberdades individuais durante seu discurso.

"China e EUA não devem ser rivais", disse o presidente americano no primeiro dos três dias de sua visita. "A menos que China e EUA estejam de acordo, muito poucos problemas internacionais poderão ser resolvidos", declarou Obama.

O presidente americano assegurou em um breve discurso que os dois países não devem ser rivais, mas cooperar para resolver problemas globais como a não proliferação nuclear e a mudança climática. Obama ressaltou ressaltando que a colaboração entre os dois países contribuirá para conseguir "a paz e a prosperidade no mundo".

Como em seu discurso do sábado passado em Tóquio, no qualrepassou as relações de seu país com o Extremo Oriente, o presidente americano ressaltou que os EUA dão as boas-vindas a uma China "forte e próspera".

 

Liberdades individuais

À uma plateia de jovens universitários no Museu de Ciência e  Tecnologia na capital financeira chinesa, Obama defendeu liberdades individuais. "não buscamos impor esses valores, mas também não acreditamos que são só de um país. São direitos universais", falou o presidente.

Obama o foi perguntado, entre outros assuntos, pelas relações entre Taiwan e a República Popular, sobre o que Obama assegurou: "não quero mudar a política americana" antes de expressar sua complacência com a redução das tensões e "melhora das relações em ambos os lados do estreito" de Formosa.

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