China envia navios de guerra contra piratas da Somália

União Européia também envia missão para proteger navios; ONU autorizou ataques aos piratas

Associated Press,

23 de dezembro de 2008 | 13h07

Navios de guerra chineses, com a missão de proteger embarcações e tripulações da China dos piratas do Mar da Somália, partirão nesta sexta-feira, 26, armadas com tropas de elite, helicópteros e a intenção de partilhar informações com outros países que atuam na área.   A operação, a maior missão da Marinha chinesa no exterior, incluirá os destróieres Haikou e Wuhan, bem como um grande navio de suprimentos, disse o almirante Xiao Xinnian, chefe do Estado-Maior da Marinha do Exército de Libertação Popular.   "Face à peculiaridade desta operação, despachamos também algumas forças especiais... essas forças carregarão armas leves que correspondem às características e necessidades específicas da operação", disse ele, em entrevista coletiva.   Embora o objetivo da missão seja proteger navios e tripulações chineses, Pequim pediu uma intensificação das operações de combate á pirataria. A China anunciou o envio dos navios de guerra depois que o Conselho de Segurança da ONU autorizou ação militar contra os piratas.   Uma fragata alemã, enquanto isso, partiu de um porto do Djibuti nesta terça-feira, 23, para proteger navios civis dos piratas baseados na Somália.    A Karlsruhe, com 240 marinheiros a bordo, partiu depois que parlamentares, em Berlim, aprovaram a participação alemã numa missão contra a pirataria encabeçada pela União Européia.

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