China expressa preocupação por estado de exceção no Paquistão

A China é um dos principais aliados comerciais do Paquistão, e ajudou a desenvolver seu programa nuclear

EFE,

04 de novembro de 2007 | 03h15

O Ministério de Assuntos Exteriores da China, tradicional aliada do Paquistão, expressou neste domingo, 4, sua preocupação pela declaração do estado de exceção no país vizinho e manifestou o desejo de que se consiga "manter a estabilidade e o desenvolvimento". Um dos porta-vozes do Ministério chinês, Liu Jianchao, assinalou em declarações citadas pela agência estatal "Xinhua" que Pequim "acredita que o Governo e o povo do Paquistão são capazes de resolver seus problemas". A China é um dos principais aliados comerciais do Paquistão, e ajudou a desenvolver seu programa nuclear. Além disso, Pequim apoiou durante décadas Islamabad em seu conflito com a Índia pela região da Caxemira, na qual a China também reivindica parte do território (Aksai Chin). Em outubro, Pequim condenou o atentado contra a comitiva da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto, no qual morreram 143 pessoas e mais de 500 ficaram feridas.

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