China, Indonésia e Turquia criticam Israel

A Turquia e a Indonésia - o maior país islâmico do mundo - se uniram hoje às numerosas vozes da China que no domingo foram ouvidas em todo o mundo contra o cerco ao presidente palestino, Yasser Arafat, e a quase total destruição de seu quartel-general em Ramallah.Ao condenar as operações israelenses na Cisjordânia, o porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Pequim, Zhang Qiyue, disse que "o uso da força não só não ajuda a resolver o problema como piora a situação já tensa e o ódio". Na Turquia, o primeiro-ministro Bulent Ecevit manteve hoje uma conversa por telefone com o sitiado líder palestino e pediu aos EUA que ajudem a pôr um fim ao cerco ao QG de Yasser Arafat. Ecevit disse que a Turquia, aliada dos EUA, como país predominantemente muçulmano e com relações calorosas tanto com Israel como com os palestinos, poderia servir de mediadora entre as duas partes, se necessário.Já para o governo indonésio, "Israel ainda constitui uma ameaça à estabilidade e à segurança na região e coloca em perigo o futuro do processo de paz". Ontem, críticas em diferentes tons foram lançadas contra Israel por vários países da União Européia, incluindo Londres, além da Rússia e, naturalmente, pelos países árabes.

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