China lança campanha de segurança após colisão de trens

Acidente com dois trens de alta velocidade matou 39 pessoas no último sábado

REUTERS

26 de julho de 2011 | 09h01

Segundo jornal, autoridades ferroviários seriam direcionados a trabalhar em operações na linha de frente durante os próximos dois meses        

 

 

 

PEQUIM - O ministro de Ferrovias da China, que enfrenta descontentamento público por conta do acidente fatal com dois trens de alta velocidade no último sábado, ordenou uma revisão de segurança de dois meses nas operações ferroviárias e se desculpou pelo acidente, que matou 39 pessoas, relatou a mídia estatal nesta terça-feira.

Usuários de Internet lotaram sites e microblogs com comentários raivosos depois da colisão na província de Zhejiang, no acidente ferroviário que mais causou mortes no país desde 2008.

Mesmo antes da investigação sobre as causas da colisão ser concluída, Pequim demitiu três autoridades ferroviárias de nível médio no domingo, esperando diminuir a fúria do público.

O jornal do Partido Comunista citou o ministro de Ferrovias, Sheng Ghangzu, informando que uma série de autoridades ferroviários seriam direcionados a trabalhar em operações na linha de frente durante os próximos dois meses para aprender com o acidente.

A campanha será estendida até o final de setembro e vai se focar em trens de alta velocidade e de passageiros, tais como implementar padrões de manutenção e reforçar checagens em conexões de energia para evitar paradas. Será dada atenção especial para evitar acidentes causados por inundações e clima severo, disse o ministro.

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