China manifesta 'sérias restrições' sobre resolução da ONU para a Líbia

País diz rejeitar uso da força militar em relações internacionais e pede solução por meio do diálogo

Associated Press,

18 de março de 2011 | 03h59

PEQUIM - A China disse ter "sérias restrições" à resolução da ONU que autoriza uma zona de exclusão aérea na Líbia e ações militares para proteger civis das forças do ditador Muamar Kadafi.

 

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O ministro de relações exteriores chinês afirmou em um comunicado nesta sexta-feira, 18, que a China se opõe ao uso da força militar em relações internacionais.

 

O ministro disse que a China tem reafirmado o respeito pela soberania, independência e unidade territorial, e que a crise deveria ser resolvida por meio do diálogo.

 

A China foi um dos cinco países que se abstiveram de votar a resolução da ONU que autoriza "todas as medidas necessárias" para deter Kadafi. Ela foi aprovada com o apoio dos Estados Unidos, França e Inglaterra.

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