China mira alvos no espaço e no ciberespaço

Pequim - Estrategistas do Exército chinês não escondem o desejo de criar unidades de guerra cibernética especializadas em missões como a invasão de alvos governamentais no exterior. A China, que testou um míssil anti-satélite em janeiro e invadiu computadores do governo alemão em maio, parece cada vez mais interessada no uso da tecnologia para obter informações e obstruir comunicações. Há mais de uma década os militares chineses estão atentos ao potencial da guerra da informação. Embora as forças dos EUA sejam dominantes em poder de fogo, sua dependência de satélites e computadores é considerada uma vulnerabilidade. O Pentágono diz que a China já tem uma unidade de guerra de informação. Pequim vem elevando os gastos militares há 20 anos e substituindo as armas convencionais pela alta tecnologia no Exército. Neste ano, o governo disse ter aumentado em 17,8% tais gastos, chegando a US$ 45 bilhões.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.