China nega ter vendido armas para a Líbia

Documentos encontrados por jornalista mostram que estatais chinesas ofereceram armamento

AE-DOW JONES, Agência Estado

05 Setembro 2011 | 07h11

PEQUIM - As empresas chinesas não venderam "direta nem indiretamente" equipamentos militares para a Líbia depois da recente proibição imposta pelas Nações Unidas, disse Jiang Yu, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

 

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Documentos do governo de Muamar Kadafi encontrados por um jornalista canadense indicam que as estatais chinesas ofereceram armamentos em uma venda estimada em pelo menos US$ 200 milhões.

 

Os documentos incluem um memorando de oficiais do departamento de Segurança da Líbia, que detalha uma viagem de compra a Pequim, em 16 de julho. numa clara violação das sanções impostas pela ONU, informaram membros do Conselho Nacional de Transição (CNT), neste domingo.

A porta-voz declarou que a China cumpre os tratados das Nações Unidas sobre a proibição de venda de armas para a Líbia.

 

As informações são da Dow Jones.

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