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STR/AFP - 28/04/2021
STR/AFP - 28/04/2021

China passa marca de 1 bilhão de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas

Número representa mais de um terço de todos os imunizantes aplicados no mundo

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de junho de 2021 | 11h27

Neste domingo, 20, a China se tornou o primeiro país a ultrapassar a marca de um bilhão de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas em seu território. O anúncio foi feito pela Comissão de Nacional de Saúde, o ministério da saúde do país, sem especificar quantas pessoas teriam sido totalmente imunizadas ou recebido duas doses.

O número de imunizantes aplicados no país corresponde a mais de um terço de todas as doses do imunizante aplicadas em todo o mundo, segundo o site Our World In Data. A mesma plataforma estima que 2,6 bilhões de doses tenham sido aplicadas em todo o globo até este domingo.

O ritmo das vacinações se acelerou no país de 1,4 bilhão de pessoas após um início lento. Os chineses não se apressaram em se vacinar porque o vírus está quase erradicado por lá há mais de um ano, depois de quarentenas obrigatórias, testes em massa e aplicativos de celular para controlar os deslocamentos. Com isso, o país passou a priorizar a exportação de vacinas.

Nos últimos 13 meses, só foram registradas duas mortes em todo o país. Segundo o monitor da Johns Hopkins, a China acumula 103.525 casos e 4.846 mortes.

A falta de dados disponíveis inicialmente sobre as vacinas chinesas e os escândalos de doses adulteradas na China no passado também contribuíram para desmotivar algumas pessoas. Diante disso, o governo e as empresas pediram energicamente aos moradores e funcionários para se vacinarem. Em alguns casos, as autoridades oferecem tíquetes de compra e ovos para estimular a vacinação.

Assim, o número total de doses administradas dobrou em menos de um mês, de acordo com a contagem do governo. E até o fim do ano, a China espera vacinar ao menos 70% de sua população.

A China já aprovou quatro vacinas contra a covid-19 em eu território: a do laboratório Sinovac, que no Brasil desenvolve a Coronavac em parceria com o Instituto Butantan; duas da farmacêutica Sinopharm; e uma da CanSino Biologics. A expectativa é que, em breve, o país passe a aplicar também o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech.

As autoridades de saúde informaram neste domingo 23 novos casos em 24 horas, todos do exterior e que foram colocados em isolamento. /COM AFP E ASSOCIATED PRESS

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