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China pede ao Japão para reduzir incursão de caças

A China pediu nesta quinta-feira ao Japão para deixar de enviar caças contra aviões chineses, depois que o Japão divulgou que a movimentação de seus aviões de combate duplicou no ano passado, em meio a uma disputa territorial.

Reuters

18 de abril de 2013 | 08h19

O número de incursões de caças contra aviões chineses quase dobrou para 306 no ano que terminou em março. Isso ocasionou o aumento do número total de 425 para 567, o maior nível em 22 anos, disse o Ministério da Defesa do Japão.

China e Japão se envolveram em um acirrado impasse a respeito de um grupo de ilhas desabitadas no Mar da China Oriental, chamadas de Senkaku no Japão e Diaoyu na China.

"Nós todos sabemos que quando se trata da questão das Ilhas Diaoyu, o Japão tem continuamente tomado ações provocativas para aumentar as tensões. Esta é a causa da atual situação muito tensa sobre as ilhas", disse a porta-voz da chancelaria chinesa Hua Chunying a jornalistas.

O Japão, disse ela, deveria em vez disso "mostrar mais sinceridade e tomar medidas concretas para trabalhar duro com a China para encontrar uma maneira de gerenciar adequadamente e resolver o problema através do diálogo, conversações e consultas. Este seria o melhor para ambos os países".

As águas ao redor das ilhas disputadas são áreas ricas de pesca e têm reservas de gás e petróleo potencialmente enormes.

A disputa se intensificou nos últimos meses ao ponto de China e Japão acionarem caças, enquanto navios de patrulha monitoram uns aos outros, aumentando o medo de que uma colisão acidental possa levar a um conflito mais amplo.

(Por Ben Blachard)

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