China pede 'moderação' após novo teste de míssil; Rússia está 'preocupada'

Estados Unidos, por sua vez, pediram sanções "muito mais fortes" contra o regime de Kim Jong-un

O Estado de S.Paulo

14 Maio 2017 | 03h21

PEQUIM - A China pediu no domingo, 14, poucas horas depois de a Coreia do Norte realizou um novo lançamento de míssil, violando as resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU). 

"A China se opõe à violação por parte da Coreia do Norte por parte das resoluções do Conselho de Segurança", informou em nota o ministério das Relações Exteriores. "Todas as partesa afetadas devem dar mostras de moderação", continuou o texto.

A Coreia do Norte lançou um míssil balístico que viajou por 700 quilômetros antes de cair no mar do Japão, segundo informações do Exército da Coreia do Sul. A Casa Branca pediu a adoção de sanções "muito mais fortes" contra o regime de Pyongyang. 

Trata-se do segundo lançamento de um míssil nas últimas duas semanas e do primeiro desde que o novo presidente sul-coreano Moon Jae-in chegou ao poder. 

Rússia. No domingo, o Kremlim emitiu nota informando que o país está preocupado "com a escalada de tensão" na península. Os presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping "falaram em dealhes sobre a situação da península da Coreia" durante uma reunião em Pequim. O presidente russo está na capital chinesa para participar do Fórum das Novas Rotas da Seda, organizado pelo governo chinês/ AFP

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