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China pede que Irã retome diálogo sobre programa nuclear

Diplomacia chinesa defende 'uma solução pacífica, através de negociações diplomáticas' para a questão

Efe,

18 de janeiro de 2008 | 03h28

O ministro de Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, pediu na noite de quinta-feira, 17, em sua reunião com o representante iraniano para a crise nuclear, Said Yalili, que o Irã volte o mais rápido possível ao diálogo sobre seu programa atômico. No mesmo dia, Yang discutiu o assunto com o subsecretário de Estado americano, John Negroponte. Ele disse a Yalili que a crise nuclear "se encontra em um momento crucial" e a China espera que "todas as partes, inclusive o Irã, retomem as negociações". O chefe da diplomacia chinesa reafirmou a defesa de "uma solução pacífica, através de negociações diplomáticas e do sistema internacional de não-proliferação de armamento nuclear". Yalili insistiu que o programa nuclear iraniano tem fins pacíficos. Ele disse que seu país está disposto a aumentar a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para resolver a crise na mesa de diálogo. A China, membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, com direito a veto, sofre pressões tanto dos EUA quanto do Irã. Mas tem mantido uma postura neutra. Aprovou duas resoluções pela suspensão do programa iraniano de enriquecimento de urânio, mas também se opôs à votação de outras com maiores exigências e sanções. Yalili deve se reunir nesta sexta-feira, 18, com Tang Jiaxuan, principal responsável da área de Relações Exteriores do Conselho de Estado (Executivo). Ele dará uma entrevista coletiva na embaixada iraniana em Pequim. Negroponte se reuniu esta semana com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao. Ele pediu o apoio da China a novas sanções contra o Irã no Conselho de Segurança da ONU.

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