China pede que rebeldes respeitem acordos de Kadafi

A China pediu ontem que um eventual governo dos rebeldes na Líbia respeite os contratos firmados durante o regime de Muamar Kadafi e proteja os investimentos e ativos estrangeiros no país. No dia anterior, um porta-voz dos insurgentes líbios havia declarado que empresas de petróleo de China, Rússia e Brasil poderiam ter problemas em realizar negócios em um cenário pós-Kadafi. Os três países se abstiveram na votação do Conselho de Segurança da ONU que aprovou a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia. Segundo dados oficiais, a China firmou contratos no valor de US$ 18,8 bilhões com o regime de Kadafi.

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