China processa 8 por ataque na Praça Celestial

Promotores do extremo oeste da China acusaram oito pessoas por um ataque nos arredores da Praça da Paz Celestial, em Pequim, em outubro de 2013, quando um carro perdeu o controle e atingiu a multidão, pegando fogo em seguida, informou a agência de notícias estatal Xinhua, no sábado.

Reuters

31 Maio 2014 | 14h14

O governo da região agitada de Zinjiang também revelou novas políticas para apoiar uma campanha nacional antiterrorismo, oferecendo recompensas por armas entregues à polícia e exigindo que as empresas contratem mais moradores locais.

O movimento antiterrorismo está focando em Xinjiang, lar de uma grande minoria muçulmana Uigur, depois de uma série de ataques sangrentos, pelos quais Pequim acusa os islâmicos e os separatistas da região.

Os Uigures são culturalmente mais próximos dos grupos étnicos ao redor da Ásia Central e da Turquia do que dos chineses da etnia Han, que compõem a grande maioria da população chinesa.

O governo culpou os militantes separatistas de Xinjiang, pelo ataque em Pequim. Três pessoas do carro e dois pedestres morreram e 40 pessoas ficaram feridas.

A procuradoria de Urumqi, capital de Xinjiang, indiciou os oito por “organizar, liderar e participar (de) um grupo terrorista e de por em risco a segurança pública através de ações perigosas”, disse a Xinhua.

(Por John Ruwitch)

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