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China vai restaurar o palácio de Potala no Tibete

Local é uma antiga residência do dalai lama; país tenta demonstrar que situação está controlada

Efe,

25 de março de 2008 | 04h00

Enquanto continuam os protestos em várias regiões habitadas por tibetanos, a China anunciou nesta terça-feira, 25, a retomada das obras de restauração do Palácio de Potala, antiga residência do dalai lama. A decisão é uma demonstração da "volta à normalidade" defendida por Pequim.   Veja também:  Sob protestos, tocha olímpica é acesa e segue para China As imagens da cerimônia do início do revezamento, em Olímpia  Chávez defende a China e acusa EUA pelos protestos no Tibete Conflito no Tibete rouba a cena na cerimônia da tocha Repórteres Sem Fronteiras assumem protesto na cerimônia  Olimpíada sofre, historicamente, com manifestações políticas Especial: Olimpíada e política   As obras, interrompidas durante o inverno, "ficaram paradas por alguns dias devido aos distúrbios de Lhasa", que alcançaram seu ponto culminante em 14 de março, assinalou a agência estatal chinesa Xinhua.   A situação "voltou à normalidade" e por isso foi possível reiniciar as obras no Palácio de Potala e também no Norbu Lingka (antigo palácio de verão do dalai lama), que também fica na capital tibetana.   A China gastou cerca de US$ 50 milhões na restauração dos dois palácios e no mosteiro de Sagya, também em Lhasa, desde o começo das obras, em 2002.   O Palácio de Potala, incluído na lista de Patrimônio Mundial da Unesco, corre há anos o risco de sofrer graves danos em sua estrutura devido à relativa fragilidade de seus alicerces, feitos de madeira.   Por este motivo, se limitou a 2.300 o número de turistas que podem visitar a cada dia o monumental edifício.   A propaganda chinesa está publicando nos últimos dias diversas informações sobre o "retorno à normalidade" nas áreas de população tibetana, apesar de uma revolta registrada na segunda-feira na província de Sichuan, na qual um policial morreu e vários ficaram feridos.

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