Chineses no Iraque são deslocados para lugares seguros

Mais de 1,2 mil trabalhadores chineses presos em áreas de conflito no Iraque foram deslocados na semana passada para locais seguros na capital do país, Bagdá, de acordo com o governo chinês.

AE, Agência Estado

28 de junho de 2014 | 11h57

De acordo com um comunicado no site do ministério das Relações Exteriores chinês, os trabalhadores, empregados pela China Machinery Engineering Corporation, haviam sido transferidos da cidade de Samarra, no norte do país, para Bagdá, com a ajuda do governo e militares do Iraque.

Samarra, onde os trabalhadores estavam construindo uma usina de energia, encontra-se no centro da região norte de Bagdá, onde insurgentes sunitas associados com o Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL) têm lutado contra o exército do Iraque.

A mídia estatal chinesa já havia relatado que um grupo de cerca de 50 trabalhadores foi transportado para fora de Samarra em um helicóptero na quarta-feira. Os demais trabalhadores foram deslocados de ônibus ao longo dos dois dias seguintes, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua. Os chineses estão hospedados em um hotel no centro de Bagdá e estão em boas condições de saúde.

Os trabalhadores em Samarra estavam entre mais de 100 mil chineses que trabalham no Iraque, a maioria deles em áreas que não foram afetadas pela insurgência.

A China National Petroleum Corp (CNPC), a maior empresa de petróleo do país por produção, tem participação em três campos de petróleo iraquianos, ao sul de Bagdá. Na região do Curdistão, no norte do Iraque, a subsidiária Sinopec Group, Addax Petroleum, detém uma participação no campo petrolífero de Taq Taq, cerca de 60 quilômetros ao norte de Kirkuk. Ambas as empresas disseram que suas operações não foram afetadas pela onda de violência. Fonte: Dow Jones Newswires.

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