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Chrysler pede que revendedores aceitem corte de custos

A Chrysler está pedindo aos seus revendedores que aceitem corte de custos e resistam ao impulso de reduzir encomendas por veículos novos. A empresa propôs que os revendedores aceitem uma redução de 0,5% nas margens de lucro na venda de veículos e abram mão de um aumento anual na parcela que recebem de reembolso para fazer reparos que estão inclusos na garantia do veículo. A Chrysler também vai parar de pagar os revendedores que encherem o tanque de gasolina dos carros e caminhões que ainda não foram vendidos. "Os revendedores entendem que precisamos de todas as partes para enfrentar a situação", afirmou o vice-chairman da Chrysler, Jim Press, após encontro com revendedores na Associação Nacional de Revendedores de Automóveis, que acontece em Nova Orleans. "Eles perceberam que podem nos ajudar a economizar algum dinheiro". Press disse que a companhia precisa deles para manter seus estoques no mesmo nível que estavam no final do ano passado, mesmo apesar da expectativa de queda nas vendas neste ano. "Eles nos disseram ''vocês precisam garantir a viabilidade dessa empresa e encomendar mais produtos''" disse Wesley Lutz, dono da Extreme Dodge/Hyundai, em Jackson, Michigan. Lutz afirmou que os comentários de Press o convenceram a encomendar mais veículos, embora inicialmente tivesse planos de suspender os pedidos. A Chrysler e a General Motors (GM), que estão sobrevivendo com US$ 13,4 bilhões em empréstimos federais, tem até 31 de março para entregar um plano para se tornar viável sem o apoio do governo.

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