Cidadãos europeus são orientados a deixar Benghazi

Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda pediram ontem a seus cidadãos que deixem imediatamente a cidade líbia de Benghazi. O governo britânico disse ter informações sobre uma ameaça "específica e iminente" contra "ocidentais", sem fornecer mais detalhes sobre o suposto complô. O Foreign Office (Chancelaria de Londres) disse ainda que um ataque poderia vir em retaliação à ação francesa no Mali.

O Estado de S.Paulo

25 de janeiro de 2013 | 02h04

Grupos radicais islâmicos vêm operando livremente em Benghazi, cidade onde começaram os protestos que levaram à queda do ditador Muamar Kadafi, há quase dois anos. No dia 11 de setembro, militantes lançaram um ataque contra o consulado dos EUA em Benghazi. O embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens, e outros três funconários morreram no atentado.

"Estamos cientes de uma ameaça específica e iminente a ocidentais em Benghazi. Insistimos a todos cidadãos britânicos que permanecem lá, contra a nossa recomendação, que saiam imediatamente", disse o Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha. / REUTERS

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