Gregorio Borgia/AP
Gregorio Borgia/AP

Cidade italiana é protegida por terra, água e ar para cúpula do G-7

Militares, policiais e outros agentes de segurança vigiam e patrulham os acessos ao município de Taormina; espaço aéreo da região está isolado e só podem circular pelo local veículos previamente autorizados

O Estado de S.Paulo

26 Maio 2017 | 06h19
Atualizado 26 Maio 2017 | 08h32

TAORMINA, ITÁLIA – Milhares de militares armados cercam por terra, água e ar o município siciliano de Taormina, onde nesta sexta-feira, 26, acontece a cúpula do G-7, grupo das nações mais ricas do mundo. A segurança aumentou nas últimas semanas, mas o protocolo sobre esta questão entrou em vigor na véspera, com a chegada do presidente dos EUA, Donald Trump.

Militares, policiais e outros agentes de segurança vigiam e patrulham os acessos à localidade costeira e impedem a entrada de todos que não tenham autorização prévia. Foram convocados 9.950 soldados para trabalhar na região de Taormina, contingente que praticamente dobra a população da cidade, de cerca de 11 mil habitantes. O número ainda é somado às equipes de segurança que viajam com os chefes de Estado.

A presença policial também foi reforçada no Aeroporto de Catania, principalmente porque o governo italiano suspendeu o espaço Schengen, que prevê a livre circulação de pessoas entre os países da União Europeia (UE). Os cidadãos que chegam de outros Estados precisam ser submetidos ao controle de passaporte. 

O espaço aéreo está isolado sobre a região que sedia o G-7 e somente helicópteros militares podem sobrevoar a área. Por terra, só podem circular veículos previamente autorizados.

Lixeiras foram retiradas das ruas e milhares de sensores e câmeras foram instalados. A supervisão também é feita pelo mar, com ao menos uma dezena de navios patrulhando a costa das praias próximas. 

Os imigrantes e refugiados normalmente resgatados no Mar Mediterrâneo não poderão desembarcar na Sicília, e serão transportados a outros portos na região sul da Itália. / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.