Cientistas encontram fragmentos de mamute na Sibéria

Cientistas descobriram na Sibéria fragmentos de mamute que podem conter células vivas, aumentando a esperança de que clonar o animal pré-histórico seja possível, afirmou nesta terça-feira a Universidade Federal do Norte e Nordeste da Rússia.

AE, Agência Estado

11 de setembro de 2012 | 16h37

Uma equipe internacional de pesquisadores encontrou pelo, tecido e medula óssea de mamute a cerca de 100 metros embaixo da terra, durante uma expedição na província de Yakutia, nordeste da Rússia.

O chefe da expedição, Semyon Grigoryev, disse que cientistas coreanos que participaram do grupo tinham o objetivo de achar células vivas que possam servir para uma futura clonagem. Ossos e tecido já haviam sido descobertos anteriormente, mas não células vivas.

Acredita-se que mamutes foram extintos há 10 mil anos atrás. Cientistas já decifraram grande parte do código genético do animal a partir de pelos encontrados em geleiras siberianas. Alguns defendem que é possível recriar a espécie se foram encontradas células vivas. As informações são da Associated Press.

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