Cinco supostos membros da Al-Qaeda mortos no Afeganistão

Supostos militantes da rede extremista Al-Qaeda atacaram um contingente de soldados americanos e afegãos no leste do Afeganistão, desencadeando um tiroteio que resultou na morte de cinco suspeitos, disse nesta segunda-feira o major Bryan Hilferty, porta-voz do Exército dos Estados Unidos na Base Aérea de Bagram, ao norte de Cabul. O confronto ocorreu na última sexta-feira no distrito de Barmal, pertencente à província de Paktika, que faz fronteira com o Paquistão, prosseguiu o porta-voz americano em entrevista à The Associated Press. "Forças anticoalizão atacaram comandos dos Estados Unidos e do Exército Nacional do Afeganistão na região de Barmal", disse Hilferty. "Nós reagimos aos disparos e matamos cinco terroristas da Al-Qaeda", a rede liderada pelo milionário saudita no exílio Osama bin Laden, relatou o porta-voz. Ainda de acordo com ele, oito soldados afegãos ficaram feridos no combate e foram levados a um hospital dirigido pela coalizão internacional liderada pelos EUA. Hilferty negou acusações de que, naquele mesmo dia, soldados americanos teriam assassinado seis civis na região. A denúncia partiu de Daulat Khan, comandante da polícia de Paktika. "Obedecemos com rigor às regras de combate e posso garantir a você que esses terroristas não eram civis pacíficos", escreveu o porta-voz em uma mensagem de correio eletrônico em resposta a um pedido de informações sobre o incidente. Segundo Khan, seis civis afegãos morreram quando um avião de combate operado pelos EUA despejaram uma bomba sobre o veículo no qual viajavam as vítimas pelo distrito de Barmal.

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