Soe Zeya Tun/Reuters
Soe Zeya Tun/Reuters

Clima é tranquilo à espera da libertação de Suu Kyi em Mianmar

Neste sábado vence a pena de 18 meses de prisão domiciliar a qual a líder opositora e Nobel da Paz foi submetida

Efe

13 de novembro de 2010 | 04h27

YANGUN, MIANMAR - A situação em Yangun é de normalidade e as ruas da cidade têm neste sábado, 13, menor presença das forças de segurança que na véspera, enquanto segue a espera pela libertação da líder opositora em Mianmar e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, que está há sete anos e meio confinada em sua casa.

A sede da dissolvida Liga Nacional pela Democracia (LND), a formação de Suu Kyi, já não registra a presença das centenas de birmaneses que haviam se concentrado para receber a ativista.

As únicas pessoas visíveis na região são os policiais à paisana que passaram a sexta-feira filmando os opositores que participavam da congregação com camisetas que diziam: "We stand with Aung San Suu Kyi" ("Estamos com Aung San Suu Kyi, em tradução livre").

Após horas de espera na sexta-feira, membros do partido opositor sugeriram que os seguidores retornassem ao local na manhã deste sábado (pelo horário local).

Perto da casa de Suu Kyi seguem os controles policiais, ainda que com muito menos efetivos que na sexta-feira.

Vence neste sábado a pena de 18 meses de prisão domiciliar a que foi condenada Suu Kyi, de 65 anos, em 2009.

A libertação de Suu Kyi, que viveu confinada em seu domicílio 15 dos últimos 21 anos, acontecerá dias depois de o regime militar vencer as primeiras eleições parlamentares em duas décadas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.