Coalizão diz ter matado 40 militantes no sul do Afeganistão

Militares afirmaram que ataques aéreos têm sido usados e que 30 barcos inimigos e pontes foram destruídas

AP e Efe, Agencia Estado

13 de julho de 2008 | 10h43

A coalizão liderada pelos Estados Unidos informou que a força de segurança conjunta matou no mínimo 40 militantes durante uma batalha de dois dias no sul do Afeganistão. Os norte-americanos dizem que os militantes rebeldes atacaram as forças conjuntas durante uma patrulha de segurança na província de Helmand no sábado a partir de "diversas posições ocultas e fortificadas". Os militares afirmaram que ataques aéreos têm sido usados e que 30 "barcos inimigos" e várias pequenas pontes foram destruídas no Rio Helmand.       Os combates começaram sábado, 12, no distrito de Sangin, quando um grupo de insurgentes atacou uma patrulha formada por tropas afegãs e americanas. As tropas responderam ao ataque e solicitaram apoio aéreo.   Nas últimas 48 horas, segundo o comunicado, morreram pelo menos 40 supostos insurgentes, enquanto 30 embarcações rebeldes e várias pontes manuais foram destruídas ao longo do rio Helmand. A operação continua, assim como outro combate informado hoje pela Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) e que ocorre na província de Kunar, no nordeste afegão. Este segundo combate começou às 4h30 (21h de Brasília deste sábado) no distrito de Dara-I-Pech, quando um posto de combate da Isaf e do Exército afegão sofreu um ataque rebelde.   Grupos de insurgentes dispararam usando armas leves, metralhadoras, lança-granadas e morteiros, a partir de casas, lojas e da mesquita da localidade de Wanat, o que levou a Isaf a solicitar apoio da aviação e de helicópteros de combate. Segundo a Isaf, os dois lados sofreram baixas, mas a organização não precisou quantas, por enquanto, porque o enfrentamento "continua".Também neste domingo, 13, 15 pessoas, entre elas dez civis, morreram em um ataque suicida contra uma patrulha da polícia no sul do Afeganistão. A informação foi dada por Juma Gul Himat, chefe de polícia da província afegã de Uruzgan. Segundo ele, o ataque do carro-bomba matou também cinco policiais e feriu 30 pessoas no distrito de Deh Rawood. Himat disse que a bomba contra a patrulha policial danificou ou destruiu ao menos nove lojas na área.

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