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Colômbia dá aval para resgate de reféns das Farc

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, autorizou ontem uma operação liderada pela Venezuela para libertar quatro ex-parlamentares seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Uribe disse que seu governo "vai colaborar, como sempre fez" para a entrega de reféns, que pode ocorrer hoje. "Confirmo a total disposição da Colômbia para facilitar essa missão humanitária, com a discrição que o caso merece", disse o chanceler colombiano, Fernando Araújo, em mensagem ao colega venezuelano, Nicolás Maduro. Caracas já está com as coordenadas do local onde as Farc prometeram libertar Gloria Polanco, Luis Eládio Pérez, Orlando Beltrán e Jorge Eduardo Gechem, que estão em cativeiro há mais de seis anos. Como demonstração de apoio ao líder venezuelano, a guerrilha prometeu libertá-los no início do mês, mas somente na segunda-feira indicou o local do resgate. De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, a demora deve-se ao fato de que os guerrilheiros encarregados da missão não tinham recebido as provas de vida de outros seqüestrados. Nem todos nas Farc concordaram em enviar cartas e fotos dos cativos. Isso porque as provas de vida trazidas pelas ex-reféns Clara Rojas e Consuelo González, em janeiro, causaram impacto negativo para a imagem das Farc, já que mostravam alguns cativos em péssimas condições de saúde. EFE

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