AP Photo/David Zalubowski
AP Photo/David Zalubowski

Columbine e outras escolas do Colorado são colocadas sob alerta de segurança

Alertas e exercícios de segurança se tornaram comuns em escolas públicas ao redor dos Estados Unidos nos anos que seguiram ao massacre de Columbine, que completa 20 anos esta semana

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2019 | 20h37

DENVER - Autoridades do Estado americano do Colorado colocaram a escola de Columbine e ao menos uma dúzia de outras instituições de ensino públicas sob um alerta de segurança “lockout” nesta terça-feira, 16, citando a investigação de uma “ameaça crível” não especificada.

O alerta vem quatro dias antes do 20º aniversário do massacre de Columbine, quando dois estudantes fortemente armados da escola nos subúrbios de Denver assassinaram 12 colegas de classe e 1 professor antes de cometerem suicídio.

O “lockout” desta terça-feira, categoria menos séria que um “lockdown” em termos de segurança pública, significa que as atividades dentro das escolas podem prosseguir normalmente, mas que entrada e saída são restritas, explicou no Twitter o Escritório do Xerife do Condado de Jefferson.

Autoridades estavam “investigando o que parece ser uma ameaça crível possivelmente envolvendo as escolas”, afirmou o departamento no Twitter, acrescentando que os estudantes estavam seguros e que representantes adicionais foram despachados para as escolas. A ameaça teria partido de uma mulher identificada apenas como Sol Pais. 

Porta-voz do escritório do xerife, Mike Taplin, disse que o aniversário do assassinato em massa de Columbine não é um fator “direto” na ameaça.

Violência

Alertas e exercícios de segurança se tornaram comuns em escolas públicas ao redor dos Estados Unidos nos anos que seguiram ao massacre de Columbine, à medida que violência por armas em campi aumentou.

Apenas nas escolas públicas de Denver, ocorreram 22 “lockdowns” e 294 “lockouts” durante os dois últimos anos letivos, de acordo com dados fornecidos ao jornal Denver Post pelo departamento escolar. / REUTERS 

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