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Fredrik Sandberg via REUTERS
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Com alta taxa de mortalidade, Suécia muda estratégia e decide impor restrições

Se aprovado, projeto de lei enviado pelo Governo permitirá fechar estabelecimentos comerciais, suspender transporte coletivo e proibir atividades de lazer e culturais

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de dezembro de 2020 | 20h39

ESTOCOLMO - O governo da Suécia anunciou nesta segunda-feira, 28, ter enviado ao Conselho Legislativo do país um projeto de lei que permite o fechamento de estabelecimentos comerciais, a suspensão do transporte coletivo e a paralisação das atividades culturais. Se aprovadas, as medidas entrarão em vigor a partir do dia 10 de janeiro.

A proposta inclui a proibição de atividades de lazer ao ar livre. O texto também prevê altas multas para pessoas e empresários que descumprirem as determinações.

Até hoje, a Suécia havia adotado uma estratégia mais branda de restrições contra a propagação do novo coronavírus, que chegou a ser citada pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. A taxa de mortalidade no país, no entanto, é cinco vezes maior do que a da Dinamarca e dez vezes maior que a da Noruega e a da Finlândia, dois vizinhos regionais.

Desde a chegada da segunda onda de contágio, o governo decidiu adotar outra postura, com obrigatoriedade de ensino à distância para adolescentes e adultos, limitação do número de pessoas em reuniões sociais para oito e restrição das atividades de restaurantes, entre outras medidas. /EFE

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