Comandante rebelde é preso no Timor-Leste

Amaro da Costa é um dos 17 suspeitos procurados pelas Forças de Segurança por sua suposta participação nos ataques ocorridos no dia 11 de fevereiro contra José Ramos Horta e Xanana

EFE

02 de março de 2008 | 06h12

Um dos líderes rebeldes suspeitos de participar das tentativas de assassinato do presidente e do primeiro-ministro do Timor-Leste, José Ramos Horta e Xanana Gusmão, respectivamente, se entregou neste domingo às autoridades locais. O detido, Amaro da Costa, é um dos 17 suspeitos procurados pelas Forças de Segurança por sua suposta participação nos ataques ocorridos no dia 11 de fevereiro, nos quais Ramos Horta recebeu três disparos que quase lhe custaram a vida, enquanto Gusmão saiu ileso, informou a agência australiana de notícias "AAP". A revolta obrigou o Governo a pedir tropas de ajuda à Austrália, Malásia, Nova Zelândia e Portugal, e determinou o retorno da ONU ao território. Gusmão pediu também a rendição dos outros suspeitos, particularmente outro dirigente rebelde identificado como Gastão Salsnha, e que cooperem na restauração da ordem no país criado em maio de 2002, e onde o estado de exceção é mantido desde o mês passado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.