Comitê rejeita criação de partido que defende versão radical da lei islâmica

O Comitê para Assuntos dos Partidos Políticos do Egito rejeitou ontem a proposta para a formação de um novo partido político, apresentada por um grupo islâmico que esteve envolvido numa rebelião contra o governo. Segundo a agência de notícias estatal do Egito, Mena, o Comitê rejeitou o pedido do grupo al-Gamaa al-Islamiyya, alegando que o partido proposto "tem base em questões religiosas e na violação da lei".

O Estado de S.Paulo

20 Setembro 2011 | 06h05

A criação do partido também foi rejeitada pelo fato de que o grupo defende uma interpretação rigorosa da lei islâmica (sharia), que permite, por exemplo, que os ladrões possam ser punidos com a decepação das mãos ou que os assassinos possam ser decapitados.

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