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Como foi a 'Longa Marcha', o mito fundador da China comunista

Entre 1934 e 1935, milhares de comunistas marcharam por mais de cinco mil quilômetros para furar cerco do partido nacionalista

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de outubro de 2019 | 08h00

Em 1935 terminava a Longa Marcha, iniciada um ano antes, quando o exército revolucionário comunista liderado por Mao Tsé-Tung rompeu um cerco militar imposto pelo regime do Kuomintang, partido nacionalista, comandado por Chiang Kai Shek. 

O evento é considerado o “mito fundador" da República Popular da China, que chegou aos 70 anos nesta terça-feira, 1, com a realização da maior parada militar de sua história, na Praça Tiananmen.

A Longa Marcha não apenas salvou o Partido Comunista Chinês do aniquilamento como ajudou a formar um novo Exército Vermelho que, sob o comando de Mao, levou o PCC a expulsar os invasores japoneses e unificar a nação no dia 1º de outubro de 1949, com a proclamação da República Popular da China.

O evento é considerado o “mito fundador da China”, uma travessia que superou os cinco mil quilômetros por montanhas, florestas e rios. Apenas um quinto dos comunistas chegaram ao fim da marcha. 

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