Como réu, juiz Garzón justifica uso de grampos e diz ter agido de forma legal

O juiz espanhol Baltasar Garzón declarou-se ontem inocente e defendeu sua decisão, como magistrado, de ordenar o uso de grampos na investigação de um caso de corrupção. "Todas as decisões que tomei têm explicação e justificativa. Foram tomadas em cumprimento da mais estrita legalidade, interpretando as normas", disse Garzón, no último dos três dias de julgamento na Suprema Corte, em Madri.

O Estado de S.Paulo

20 de janeiro de 2012 | 03h04

O veredicto só será anunciado em algumas semanas, mas os advogados dos envolvidos no chamado caso "Gürtel" pediram 17 anos de afastamento do Judiciário. O episódio envolve as delegações regionais do Partido Popular, atualmente no poder, em Valência e Madri.

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