REUTERS/Federico Rios
REUTERS/Federico Rios

Confronto entre ELN e dissidentes deixa 6 mortos na Colômbia

Comandante das Forças Armadas do país afirmou que o caso teve relação com o tráfico de drogas

O Estado de S.Paulo

16 Março 2018 | 02h08
Atualizado 16 Março 2018 | 08h01

BOGOTÁ - As autoridades da Colômbia confirmaram na quinta-feira 15 que um confronto entre guerrilheiros do Exército de Liberdade Nacional (ELN) e do grupo dissidente Los Pelusos deixou seis mortos e três feridos em Catatumbo, no nordeste do país.

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O comandante das Forças Armadas da Colômbia, o general Alberto José Mejía, disse a jornalistas que a ação, realizada no departamento do Norte de Santander, teve relação com o tráfico de drogas. "Eles se enfrentam por suas razões de ser, o narcotráfico, a cocaína e o controle dos plantios ilícitos", indicou ele.

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As primeiras informações indicavam que os líderes do ELN e do Los Pelusos, último reduto do Exército Popular de Liberdade (EPL), realizaram uma reunião para falar sobre o tráfico na região. Segundo o general, como não houve acordo, eles "resolveram se matar".

Nos últimos dias, a situação tem se agravado na região de Catatumbo, onde vários grupos armados ilegais atuam. No dia 13, um militar ficou ferido em confrontos com o EPL.

O governador do Norte de Santander, William Villamizar Laguado, pediu à presidência da Colômbia, a qual negocia um acordo de paz com o ELN, que peça aos guerrilheiros o fim às hostilidades. / EFE

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