Confronto entre soldados e milícia xiita deixa 35 mortos no Iraque

Pelo menos 35 pessoas morreram, entre elas, 25 soldados iraquianos, e dezenas ficaram feridas durante confrontos de soldados americanos e iraquianos contra milicianos xiitas na cidade de Diwaniya, a 180 quilômetros ao sul de Bagdá apesar do toque de recolher decretado na cidade após os confrontos registrados no fim de semana.Segundo o médico Mahsen Abd al Rasul, entre os cadáveres que chegaram ao hospital de Diwaniya há oito civis e dois milicianos do "Exército Mehdi", milícia do clérigo rebelde xiita Moqtada al-Sadr.Além disso, cerca de setenta pessoas ficaram feridas durante os combates, iniciados no domingo depois da detenção de um líder do "Exército Mehdi" por parte de soldados iraquianos, disseram fontes do Escritório de Coordenação iraquiano-americano."Depois que as tentativas para libertar o líder da milícia fracassaram, membros do Exército Mehdi atacaram uma base da Guarda Nacional na cidade com bombas", disseram as fontes.Os incidentes se concentraram nos bairros de Al-Jumhuriya, al-Askari e Al-Zuhur, habitados majoritariamente por membros do "Exército Mehdi".Após esse ataque, "e devido à escalada de violência, as tropas americanas na cidade intervieram, por isso os militantes de Sadr atacaram também um acampamento militar do Exército dos Estados Unidos na província".Segundo fontes do governo provincial, todas as instituições, exceto os serviços de emergência, ficarão fechadas enquanto durar o toque de recolher, que não tem uma duração determinada. Atentado em Bagdá Pelo menos 15 pessoas morreram nesta segunda-feira, 28, e outras 35 ficaram feridas em um atentado suicida nas imediações do Ministério do Interior em Bagdá, informaram fontes policiais iraquianas. Segundo estas fontes, o atentado ocorreu às 10h30 (03h30 em Brasília) em uma das entradas da sede do Ministério, localizado no leste da capital.O ataque aconteceu justamente quando se realizava na sede do Ministério uma reunião de vários responsáveis de segurança do país, convocados pelo ministro do Interior, Jawad Bulani, para analisar o aumento da violência no Iraque nos últimos dias.

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