Confronto na Ucrânia está fora de cogitação, diz Obama

Segundo o presidente, um confronto militar entre EUA, Rússia e Ucrânia não está nem mesmo sendo considerado

THIAGO MORENO, COM INFORMAÇÕES DA ASSOCIATED PRESS, Estadão Conteúdo

28 de agosto de 2014 | 18h01

Mesmo com a escalada da tensão do conflito entre ucranianos e russos, o presidente dos EUA, Barack Obama, garantiu nesta quinta-feira que não haverá intervenção militar na região por parte dos EUA. Segundo o presidente, um confronto militar entre EUA, Rússia e Ucrânia não está nem mesmo sendo considerado.

Obama culpou a Rússia pela escalada da violência no leste da Ucrânia. Em declaração na Casa Branca, ele afirmou que a Rússia está treinando, armando e financiando separatistas no leste ucraniano. O presidente disse que novas imagens das forças russas dentro da Ucrânia deixam isso bem claro.

Obama também anunciou que o presidente ucraniano, Petro Poroshenko vai visitá-lo na Casa Branca no mês que vem. Esta será a primeira visita de Poroshenko desde que se tornou presidente e grande representante dos laços entre os Estados Unidos e a Ucrânia.

O presidente norte-americano também disse que ligou para a chanceler alemã, Angela Merkel, e afirmou que a invasão russa em território ucraniano terá consequências. Autoridades ucranianas disseram nesta quinta-feira que comboios militares da Rússia dispararam contra um posto de controle na fronteira do sul da Ucrânia e entraram no país.

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