Confrontos e repressão matam 7 na Síria, dizem ativistas

Forças de segurança abriram fogo contra grupos de partidários e opositores a Assad

Agência Estado

21 de junho de 2011 | 12h13

DAMASCO - Partidários e opositores do governo entraram em confronto nesta terça-feira, 21, em três cidades da Síria, e as forças de segurança abriram fogo. A violência deixou pelo menos sete mortos, incluindo um adolescente, segundo ativistas. As novas mortes ocorrem no momento em que o presidente Bashar al-Assad tenta conter os protestos por democracia, que já duram três meses.

 

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O grupo Comitês de Coordenação Local informou que um garoto de 13 anos foi morto quando forças de segurança abriram fogo contra manifestantes na cidade de Hama, no centro do país. Três outras pessoas foram mortas em Homs, também no centro sírio, e três no distrito de Mayadin, na cidade de Deir el Zour, no leste, durante manifestações a favor e contra o regime. Um porta-voz da entidade pelos direitos humanos, Omar Idilbi, disse que as autoridades estão reforçando a repressão.

Assad ordenou hoje uma nova anistia geral, um dia após oferecer um "diálogo nacional" para encerrar os violentos protestos no país. "O presidente Assad emitiu um decreto concedendo uma anistia geral para crimes cometidos antes da data de 20 de junho de 2011", afirmou a agência estatal Sana, sem dar detalhes. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

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