REUTERS/Rodrigo Garrido
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Congresso chileno é fechado após tentativa de invasão

'A situação é de risco e é melhor ir para casa', diz o presidente da Câmara, Iván Flores

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2019 | 16h03

VALPARAÍSO, CHILE - Um grupo de 25 manifestantes tentou invadir o Congresso do Chile, que fica na cidade portuária de Valparaíso, nesta sexta-feira, 25. A polícia impediu a entrada deles no prédio e isolou a sede do Parlamento, que cancelou as atividades previstas para o longo da tarde, segundo o diário El Mercúrio.

Todo a equipe de funcionários não essenciais do Legislativo foi retirada do prédio. Uma reunião da Comissão Trabalhista da Câmara – a única atividade prevista do dia – foi cancelada.

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“A situação é de risco e é melhor ir para casa”, disse o presidente da Câmara, Iván Flores, ao determinar o fim da sessão, segundo o diário.

Alguns parlamentares, assessores e jornalistas ficaram no prédio à espera da polícia liberar o local.

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Apesar das concessões oferecidas pelo presidente Sebastián Piñera, que incluem uma série de benefícios sociais e econômicos, os protestos continuam no Chile. Pela manhã, caminhoneiros de todo o país aderiram às manifestações. No começo do dia, eles fizeram caravanas para interromper o fluxo nas principais rodovias de acesso à capital, Santiago.

Os protestos fizeram Piñera colocar o país em estado de emergência e ordenar toque de recolher, além de recorrer aos militares para controlar as manifestações, incêndios e saques registrados em Santiago e outras cidades na mais grave onda de violência no Chile em três décadas.os protestos. 

 

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