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Conselho de ministros da Itália pretende enviar 15 observadores à Síria

Até agora, 12 mil pessoas foram mortas no conflito, que começou em março do ano passado

estadão.com.br,

09 Maio 2012 | 07h47

ROMA - O Conselho de Ministros da Itália, que se reunirá na tarde desta quarta-feira, 9 , deve aprovar o envio de 15 observadores italianos no âmbito da missão internacional das Nações Unidas (ONU), conforme antecipado pelo premier Mario Monti em uma coletiva de imprensa conjunta com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan.

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Monti explicou que, no momento atual, por conta da crise síria, não há "alternativas realistas" a um esforço coordenado e à unidade de propósito de toda a comunidade internacional.

O enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Síria, Kofi Annan, disse ao Conselho de Segurança da organização nesta terça-feira, 8, que "níveis inaceitáveis de violência e abusos" continuam a ocorrer na Síria e alertou que o país poderá mergulhar em uma guerra civil se a missão de observadores da ONU fracassar em fazer cumprir o cessar-fogo que começou em 12 de abril.

O Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, grupo de ativistas com sede em Londres, informou que 12 mil pessoas foram mortas no conflito sírio, que começou em 15 de março do ano passado.

Com Ansa e AE

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