Contrabandistas de cigarro presos por ajudar o Hezbollah

Dois primos libaneses foram sentenciados a pouco mais de três anos de prisão por participarem de uma quadrilha americana que enviava os lucros de um esquema de contrabando de cigarros para o grupo islâmico radical Hezbollah. O juiz Graham Mullen também condenou um cidadão americano, que comprou grandes quantidades dos cigarros contrabandeados, a dois anos de cadeia.Os três estão entre as 18 pessoas acusadas de ligação com o que o governo dos EUA classificou de uma célula do Hezbollah (classificado pelo Departamento de Estado como grupo terrorista) na cidade de Charlotte. Os primos, Mohamad Atef Darwiche, 33, e Ali Hussein Darwiche, 32, poderão ser deportados para o Líbano após o final da sentença.No esquema de contrabando, quantidades enormes de cigarros baratos da Carolina do Norte foram levadas para o Estado de Michigan, onde eram vendidos sem a cobrança dos impostos locais, mais altos. Os promotores disseram que parte do lucro era enviado para o Hezbollah.

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