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Copiloto da Airbus sofria de 'síndrome do fósforo queimado'

Polícia encontrou no apartamento do copiloto Andreas Lubitz vários medicamentos para tratar um grave trastorno ligado ao stress no trabalho conhecido como 'síndrome de burnout'

EFE

29 Março 2015 | 11h55


O jornal alemão Die Welt informa em sua edição digital que agentes da polícia encontraram no apartamento do copiloto Andreas Lubitz, em Düsseldorf, muitos medicamentos para tratar um grave ‘trastorno psicosomático’.

O copiloto do voo 9525 da Germanwings que caiu nos Alpes matando 150 pessoas sofria de uma ‘síndrome subjetiva de sobrecarga’, que os especialistas chamam de ‘síndrome de burnout’, ou ‘síndrome do fósforo queimado’, causada por stress no trabalho.

“O homem de 27 anos estava sendo tratado por vários neurologistas e psiquiatras”, assegura um membro da investigação em declaração ao jornal. Os policiais não encontraram drogas e nada que aponte para uma dependência de narcóticos ou bebidas.

Confira os sintomas da 'síndrome de burnout'

‘Ele tinha uma forte depressão, o que se pode perceber nas notas pessoais que ele guardava em seus arquivos”, disse um dos investigadores.

A promotoria de Düsseldorf informou ter descoberto uma casa de Lubitz na cidade em que seus pais em Montabaur, onde havia receitas médidas que indicam que ele passou por tratamento.

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