AFP PHOTO / KCNA
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Coreia do Norte decreta três dias de luto oficial pela morte de Fidel Castro

Líder da Revolução Cubana era considerado um ‘amigo próximo’ do povo norte-coreano, além de ter dedicado ‘toda sua vida à prosperidades da nação e à felicidade do povo’

O Estado de S.Paulo

28 de novembro de 2016 | 07h28

SEUL - A Coreia do Norte declarou nesta segunda-feira, 28, três dias de luto oficial pela morte do ex-presidente cubano Fidel Castro, líder da Revolução Cubana que manteve uma relação estreita com o regime dos Kim e considerado um "amigo próximo" do povo norte-coreano.

O Partido dos Trabalhadores, a Assembleia Popular Suprema (Parlamento) e o governo declararam três dias de luto entre esta segunda e quarta-feira, informou o jornal estatal Rodong.

Além disso, "a bandeira será hasteada a meio mastro nos prédios do governo e em lugares designados" em razão da morte na sexta-feira aos 90 anos de idade do "líder supremo da Revolução Cubana e amigo próximo de nosso povo", segundo o jornal norte-coreano.

"Fidel Castro foi a primeira pessoa no hemisfério ocidental a estabelecer o sistema socialista e foi um destacado líder dos cubanos que dedicou toda sua vida à prosperidade da nação e à felicidade do povo", expressou o regime de Pyongyang na publicação.

O regime norte-coreano enviou nesta segunda-feira a Havana uma delegação de funcionários do primeiro escalão, liderada por Choe Ryong-hae, membro do politburo do Partido dos Trabalhadores e considerado o número 3 do regime, para comparecer ao funeral do líder cubano, informou a agência de notícias KCNA em um breve comunicado.

Fidel Castro visitou uma vez a Coreia do Norte em 1986, na primeira visita e única ocasião em que se reuniu com o fundador do país, Kim Il-sung, e seu filho e sucessor, Kim Jong-il, avô e pai do atual líder norte-coreano, Kim Jong-un. / EFE

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