Coreia do Norte dispara novo míssil de curto alcance em direção ao Mar do Japão

Governo da Coreia do Sul condenou 'medidas provocadoras' e pede ao regime comunista desbloqueio do complexo industrial de Kaesong

EFE,

19 de maio de 2013 | 12h12

SEUL - A Coreia do Norte voltou a lançar neste domingo, 19, pelo segundo dia consecutivo, um míssil de curto alcance ao Mar do Leste (Mar do Japão) a partir de sua costa oriental, informaram fontes do Ministério de Defesa sul-coreano citadas pela agência 'Yonhap'.

Após o lançamento neste sábado, 18, de três mísseis guiados de curto alcance, o regime de Pyongyang fez hoje um novo lançamento, desta vez na direção norte.

"Depois de ontem, a Coreia do Norte lançou um míssil de curto alcance ao Mar do Leste", assegurou uma fonte da Defesa sem ser identificada.

Embora os lançamentos possam ser simplesmente exercícios rotineiros, é considerado um gesto beligerante por parte do regime de Pyongyang após um período de várias semanas nas quais notavelmente baixou o tom de sua última campanha de ameaças bélicas.

Reação - O Governo da Coreia do Sul condenou as que qualificou como "medidas provocadoras" da Coreia do Norte e pediu ao regime comunista que se comprometa ao diálogo para desbloquear o complexo industrial de Kaesong.

Em comunicado, Kim Hyung-souk, porta-voz do Ministério de Unificação sul-coreano, tachou como "deploráveis" as "medidas provocadoras" de Pyongyang e fez um apelo a suas autoridades para que "atuem de maneira responsável como parte da comunidade internacional".

A reação de Seul veio um dia depois que a Coreia do Norte lançou três mísseis guiados de curto alcance ao Mar do Leste (Mar do Japão) desde sua costa oriental.

Embora o lançamento possa ter sido simplesmente um exercício rotineiro, se considera o primeiro gesto beligerante por parte do regime de Pyongyang após um período de várias semanas nas quais rebaixou notavelmente o tom de sua última campanha de ameaças bélicas.

No comunicado, o porta-voz também responsabilizou o regime de Kim Jong-un da suspensão das operações do complexo intercoreano de Kaesong e criticou a Coreia do Norte por sua falta de vontade para resolver a situação.

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