Coreia do Sul adota plano para proteger instalações de energia

A Coreia do Sul ativou um plano de emergência para proteger suas instalações, desde usinas de energia e refinarias até tanques de armazenamento, depois que a morte do líder norte-coreano, Kim Jong-il, provocou temores sobre o que poderia acontecer no país vizinho.

CHO MEE-YOUNG, REUTERS

20 de dezembro de 2011 | 07h40

Por depender inteiramente de importações para suprir as necessidades energéticas, inclusive para algumas das maiores empresas do mundo, como a Hyundai Motor Co. e a Samsung Electronics, a Coreia do Sul colocou o plano em vigor na noite de segunda-feira.

A decisão requer que funcionários fiquem em alto nível de alerta e se preparem para lidar com qualquer ataque às instalações.

Preocupações de segurança com a Coreia do Norte, que em 2010 bombardeou civis em uma ilha sul-coreana e é acusada de ter afundado um dos navios de guerra da Coreia do Sul no mesmo ano, aumentaram depois de o Sul informar que o Norte havia testado mísseis de curto alcance pouco depois de anunciar a morte de Kim Jong-il.

"Desde a morte de Kim Jong-il, temos realizado reuniões internas diárias para rever a administração de risco", disse um porta-voz da estatal Korea Gas Corp, a maior compradora corporativa de gás natural liquefeito (GNL) do mundo.

"Nós estamos intensificando a segurança sobre nossas instalações de gás e temos uma equipe de emergência em prontidão."

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