Coréia do Sul começa trabalhos de limpeza depois do desastre

Centenas de soldados sul-coreanosprocuravam por cadáveres, limpavam ruas e estradas e distribuíamprovisões ao longo do dia, enquanto subia para 85 o número de mortos pelo mais poderoso tufão a passar pelo país em um século. Até omomento, cerca de 30 pessoas continuam desaparecidas."Mesmo com algumas funções paralisadas, trataremos denormalizar a distribuição de mantimentos em tempo recorde",declarou o presidente Roh Moo-hyun depois de percorrer Bussan, asegunda maior cidade do país e uma das mais afetadas.Com ventos sem precedentes de 216 quilômetros por hora, otufão foi tão potente que levantou contêineres e virou um naviocruzeiro que havia sido evacuado em Bussan.O escritório nacional de prevenção de desastres informou queforam confirmadas 85 mortes em todo o país, mas teme-se que os30 desaparecidos tenham morrido. A agência de notícias Yonhapdisse que o número de mortes pode subir para 120.O tufão deixou a Coréia do Sul no sábado e, no domingo, havia sedissipado no mar do Japão. A capital sul-coreana, Seul, nãosofreu danos.

Agencia Estado,

14 de setembro de 2003 | 23h03

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