Coreia do Sul nomeia ministro da Defesa, em meio a críticas

A Coreia do Sul nomeou nesta sexta-feira um novo ministro da Defesa, em meio a fortes críticas no país à resposta do governo ao ataque norte-coreano na terça-feira, no qual morreram quatro pessoas (dois civis e dois militares) e várias ficaram feridas. Foi o pior bombardeio a território sul-coreano desde o fim da Guerra da Coreia (1950-53).

REUTERS

26 de novembro de 2010 | 09h53

O governo nomeou o ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Kim Kwan-jin, de 61 anos, para substituir Kim Tae-young, que renunciou na quinta-feira, após ser alvo de críticas pelo modo como os militares reagiram ao bombardeio norte-coreano contra a ilha de Yeonpyeong.

"Nós achamos que Kim, muito respeitado por seu profissionalismo e convicções, é a pessoa certa para o posto, com o objetivo de restaurar a confiança do povo e elevar o moral entre os militares", disse o secretário da Presidência, Hong Sang-pyo, em um comunicado à imprensa.

Após o ataque de terça-feira, surgiram fortes críticas entre parlamentares e a população em geral à reação dos militares ao bombardeio, considerada muito lenta e fraca.

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